Patrimônio histórico no Rio de Janeiro — Página 11
Página 11 de 96. 2292 registros sobre patrimônio histórico no Rio de Janeiro, reunidos a partir do Data.Rio. Explore lugares, histórias e informações disponíveis.
Doada ao Museu Imperial pelo casal Maria Cecília e Paulo Fontainha Geyer em abril de 1999, a coleção reúne livros, álbuns, pinturas, gravuras, litografias, desenhos, mapas e d
Em 1949, o paisagista Roberto Burle Marx comprou o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda oitocentista e uma capela dedicada a Santo Antônio, data
Considerado o maior e mais antigo museu do Centro da cidade do Rio de Janeiro, seu edifício é identificado enquanto conjunto arquitetônico constituído pelo prédio do antigo Ar
Possuindo uma área de 20.000m2, foi fundado em 1908, na antiga Chácara do Trapicheiro, do Barão de Itacurussá, o negociante Manuel Miguel Martins, genro e herdeiro do Conde de
CONSIDERANDO a localização do bairro do Grajaú, junto aos contrafortes do Maciço da Tijuca, que pertencem à Zona de Amortecimento do Sítio declarado Patrimônio da Humanidade n
Em 1870, após a vitória na guerra contra o Paraguai, foi aberta uma subscrição popular para erigir um monumento a D. Pedro II, que recusou a homenagem destinando a importância
Fundado no ano de 1902 pelos irmãos Maristas, é um tradicional colégio no bairro. Os irmãos maristas receberam o antigo Colégio Diocesano São José da arquidiocese após a saída
Uma das instituições de ensino mais importantes do país, o Colégio Pedro II tem uma história que remonta ao século XIX, com a reforma do antigo Seminário de São Joaquim. Em 18
Construído no século XVIII como Seminário de São Joaquim, o edifício abriga o Colégio desde 1837. Na década de 1870 foi reformado com fachada neoclássica e um salão nobre. Mai
O imóvel apresenta traços estilísticos da arquitetura neoclássica, tais como a presença de frisos, purismo geométrico na concepção da fachada e até mesmo uma coluna engastada,
O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
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O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
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O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
O núcleo histórico da Colônia Juliano Moreira engloba um aqueduto do século XVIII, tombado pelo IPHAN, a antiga sede da Fazenda do Engenho Novo e a igreja Nossa Senhora dos Re
A Confeitaria Colombo é um dos mais tradicionais espaços da memória da belle époque do Rio de Janeiro. Seus amplos e elegantes salões foram, desde o final do século XIX, frequ
Datada de 1942, funcionou como confeitaria na década de 1940 e restaurante e casa de chá a partir dos anos 1950. A decoração traduz tendências novas que rompiam com o classici
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